
ATENDIMENTO INDIVIDUAL OU EM GRUPO
Muito prazer.
Sou Rosane de Miranda Muniz, psicóloga clínica, doutoranda e mestre em Psicologia Clínica pela PUC SP, especialista em Saúde Mental pela Santa Casa de São Paulo e em Psicologia Fenomenológica e Hermenêutica pelo Instituto Dasein. Atendo adultos individualmente ou grupos, em Moema (zona sul).
Por acreditar que todos nós merecemos nos sentir incondicionalmente aceitos, ouvidos e apoiados que iniciei minha atuação na área clínica.
A saúde mental não diz respeito apenas à ausência de problemas mentais, está também relacionada com a nossa realização pessoal, com a possibilidade de se experienciar o dar e receber amor, o ser feliz, a virtude, a tristeza e também frustrações.
Escutar a si verdadeiramente requer compromisso, e a psicoterapia, é um caminho possível para compreensão dos significados e sentidos do tenho que, do não posso, que chegam definidos pelas circunstâncias da vida, e também, aclarar problemas, amenizar a culpabilidade do passado e nos levar à construção da confiança em nós mesmos, no mundo e no outro.
Todo mundo precisa de ajuda de vez em quando.
“O modo como cada um de nós interage e se percebe frente aos vários grupos que fazemos parte, diz muito sobre os nossos sentimentos e comportamentos”.
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O conceito de situação-limite foi explorado por diversos pensadores, mas ganha profundidade em Karl Jaspers, que a descreve como rupturas que revelam a existência — como a morte, o sofrimento, a culpa e a luta. Em 1921, Heidegger, ao resenhar Psicologia das Visões de Mundo (1919), destacou a diferença entre sua visão e a de Jaspers: enquanto este aborda o tema sob uma perspectiva psicológica e existencial, Heidegger fez uma transição conceitual importante ao deslocar a discussão da esfera psicológica e existencial para a ontológica. Neste estudo, o pensamento heideggeriano é retomado como fio condutor para pensar situações-limite e angústia.
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Um olhar diferente para a mesma palavra
O sofrimento existencial de Laura e a terapia fenomenológica existencial



